quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Scorpions - Still Loving You

Fica aqui o classico, que ouvi ontem ao vivo. E sim o senhor continua dono da mesma potentissima voz. Um concerto sem artificios nenhuns, apenas um palco e uma banda fora de serie, com gitarristas fora de serie, vocalista fora de serie, baterista fora de serie e baixista fabuloso, enjoy!!

17 comentários:

Krippmeister disse...

Por falar em voz, se alguém encontrar a minha por aí algures é favor devolver. Desconfio que ficou lá no Pav. Atlântico.

Joaninha disse...

É deve ter ficado ao pé da minha de certeza!!

Brancamar disse...

Que voz, realmente! E que música! Gostei do teu blogue. Já li umas coisas hoje e comentei. Vou voltar para ver o resto.
Um abraço

Joaninha disse...

Brancamar,

Volte sim, lea e comente á vontade;)
Um abraço!

Abobrinha disse...

Joaninha e Herr Krippmeister

Vocês são muito fraquinhos, a perder assim a voz por gritar! Eu só perco o pio quando apanho frio na garganta ou nos pés. No cortejo na queima das fitas (praticamente a única coisa em que participava, porque era onde a javardice e o convívio eram maiores) berrava a plenos pulmões e ficava como nova.

A dada altura, quando era pequenita ganhei alergia aos Scorpiorns. Mas isso foi porque todas as semanas aí por meio ano, estavam em 1º lugar no top de discos (o anterior tinha sido "I just called to say I love you", do Stevie Wonder, que também enjoei fortemente). Depois recuperei!

Se quiserem eu vou procurar as vossas vozes no Pavilhão AtlÂntico: adoro aquela coisa que parece uma barata gigante cruzada com um OVNI!

Krippmeister disse...

É um carraça, não é uma barata.

Abobrinha disse...

Herr Krippmeister

Não quero discutir com um artista, mas eu sou uma mulher semi-rural e tenho algum conhecimento de causa. Uma carraça não é preta mas branca e tem um monte de patinhas nojentas que usa para se agarrar aos bichos. É difícil de arrancar quando se aloja num cão e quase impossível num gato (excepto quando perdemos o amor à pele ou conseguimos reunir 5 pessoas para imobilizar o bicho).

Uma carraça, em contrapartida tem uma carapaça preta sedosa e luzidia... excelente e muito prática para esborrachar sem grandes problemas. Dizem que em países mais quentes consegue atingir tamanhos perfeitamente descomunais, mas não tenho assim tanta curiosidade acerca da vida natural. E depois, esborrachadas são mais ou menos do mesmo tamanho. Dizem que são os únicos animais capazes de escapar a uma catástrofe nuclear, mas continuo a achar que é mais prático esborrachá-las. Também há uma cena qualquer com formigas que sobrevivem aos micro-ondas, mas eu tenho gatos de estimação (que comprovadamente não sobrevivem ao micro-ondas), mas não tenho quintas de formigas. Só porque não!

Uma carraça além de ser branca e de tamanho variável dá muito trabalho a esborrachar, porque temos que nos certificar que a parte "aranhosa" também morre porque senão agarra-se a outro animal de sangue quente. Nós, por exemplo! O que não convém, porque pode dar febre da carraça. E é muito triste morrer de uma ferradela de um animal que não é parecido com o Pavilhão Atlântico nem aqui nem na China. Não é nada pessoal, é mesmo só porque tenho uma paixão pelo Pavilhão Atlântico. E pela Casa da Música, apesar de não se parecer com nenhum animal ou insecto conhecido. Deste planeta. Mas pode existir noutro planeta! Se existir vida em outros planetas, claro. Inteligente ou não. Mas aí entramos em hipóteses já claramente fantasiosas. Se quiseresm podemos discuti-las um dia destes... eu ando sempre com cremes hidratantes de várias raças na bolsa...

Krippmeister disse...

"...adoro aquela coisa que parece uma barata gigante cruzada com um OVNI!"

Suponho que tenhas tanta ou mais experiência e informação acerca de baratas gigantes cruzadas com OVNIS quanto tens de carraças, caso contrário parece-me incorrecto assumir que a semelhança do Pav. Atlântico com a carraça é menos verosímil que com a barataovni.

Abobrinha disse...

Herr Krippmeister

Fica sabendo, menino de cidade, que eu sei o que é uma carraça! Infelizmente até sei mais sobre carraças do que o que queria mesmo (aquilo dos gatos e dos cães, infelizmente, não foi liberdade artística mas saber de experiência feito). E menos sobre o Pavilhão Atlântico.

Dito isto, estou disposta a ouvir o que tens a dizer sobre o Pavilhão Atlântico. Nomeadamente se for a meia-luz, ao ouvidinho e com a mãozinha na minha perna. Nessa altura sou perfeitamente capaz de concordar com isso e outras coisas. Mas não negues à partida o meu poder de persuasão sobre coisas bem mais interessantes que OVNIs e batatas inter-estrelares gigantes. És capaz de ficar a ver estrelas, mas isso será um elogio à minha... eloquência!

Abobrinha disse...

É muito sensível em relação a aracnídeos. Cá para mim és como o Edgar no Men in Black. Eu que te julgava mais como o Will Smith (versão baunilha, que pode ser tão saborosa ou mais que o chocolate).

Krippmeister disse...

Quase que acertaste. Sou Banana-Split :-)

Abobrinha disse...

Herr Krippmeister

Estamos cheios de actos falhados hoje ou quê??? A diferença entre banana e baunilha não é muito significativa. Especialmente à meia-luz. E sabes o que se diz das bananas, não sabes? Eu não sei muito bem (sou uma menina solteira e bem comportada), por isso podes dar-me a tua versão se quiseres. E nem sequer a vou discutir! Sobretudo se tiveres a mãozinha no meu joelho.

Se não te importas, também vou parar de discutir insectos e aracnídeos, que já estava com comichões a imaginar vários tipos de Pavilhões Atlânticos a treparem por mim acima... eek! Vamos concentrar-nos no banana split. Ou então podes ir ver as 10 fufas que deixei para ti e para quem quiser no meu estaminé!

Joaninha disse...

Por favor abobrinha e Krippmeister, não falem e aracnideos no meu blog...Deve ser o único bicho que me faz fugir e saltar para cima das cadeiras tipo gaja histerica :)))

Abobrinha disse...

Joaninha

Não discuto: acabou a porcaria dos aracnídeos. Mesmo porque a conversa das bananas é muito mais interessante.

Krippmeister disse...

Coisa estranha, uma Coccinella septempunctata com medo de aracnídeos.

Abobrinha disse...

Herr Krippmeister

Ter medo de aracnídeos não é motivo para chamar nomes a ninguém. Ou a Joaninha mandou-te bocas a invejar o teu apelido exótico? Se é o caso, já cá não está quem falou!

Ficas a saber que inspiraste uma nova série de posts. Do mais badalhoco possível (espero). Vão dar é algum trabalho, mas nem sempre as coisas me saem em escape livre.

Krippmeister disse...

Inspirei? Cool! Vou já ver isso.