quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Á minha amiga.

Minha cara amiga,

Se um dia fores e decidires não voltar, sabe que, não há em mim gota de sangue ou célula sólida funcional que não se retorça de saudade de cada pormenor da tua presença física, química e afinal, emocional. É porque no fundo não há no meu corpo gota de sangue ou célula sólida que não seja emoção no seu estado, físico, químico de estar.
Assim, cara amiga, sofrerei em caso partas, toda eu em todos os estados de estar.
Por muitas e muitas vezes, senão ainda agora, me rogastes que te escreva, te descreva, algo, qualquer coisa.
Pois aqui as tens, primárias linhas embrionárias que espero se metamorfoseiem em longas prosas, escritas ou faladas, incorporada que estás no meu ser mais solidamente emocional, pese embora as descontroladas incursões pelo estado liquido de estar.

8 comentários:

Ferreira-Pinto disse...

Por pudor, e na incerteza de quem seja ou o que seja a amiga, assinalo só a presença!

Joaninha disse...

Senhor Dr.

Ela sabe quem é ;)...

Obrigada pela sua sempre agradável presença

Krippmeister disse...

Depois de ler este post, não vai ter vontade de partir com certeza.

Rui Figueiredo Vieira disse...

Em grande Joaninha!

Joaninha disse...

Obrigada Krippa e Rui

beijos

Blondewithaphd disse...

E é em casos destes que a malta se pergunta: mas quem raio será a amiga? Hum?

madmav disse...

Passei só para te "ler", beijinhos.

Ferreira-Pinto disse...

... hello, is anybody out there? ...