

A minha toca, o meu ninho. Onde vou quando me sinto a desabar.
É aqui que tenho enterradas as minhas raizes, bem fundo, na terra fertil da serra grande, do mar de ar limpo, das arvores cor de bronze no Outono e verde fresco no verão.
Basta-me chegar, é como beber um copo de água quando se tem muita sede...